Morrendo largado abandonado.
Em meio a multidões assim desolado
Pisado Vivendo em um ceu cinza.
Onde está o cinza e a cor?
Aonde esta a cor
Tao vista ontem nao mais hoje
Petalas Caiam, Sopradas Vento.
Sujo que suja, minha pele.
Nossa pele sempre suja.
E liberdade, falsa liberdade
Liberdade Falsa Exigida.
Direitos a eles certos outros errados.
E fins errados.
Tarde, Nao sedo, Segundos atraz do ponteiro.
Ele esta lá, onde todos pisam
Poucos Lembram
E visam ver, Prazer desejo luxuria.
Eles desejam a você que se dis limpo.
ou Limpa.
Limpar ao cair da chuva do dia cinza.
E mesmo assim sua impureza nao cai.
E teimando nao ver, ele continua esquecido
Tao belo, perdido de sua cronologia
perfeitamente perfeita.
E é apenas em si que pensam,
PErdidos na vibração que ecoa nos arranha-ceus.
E nos perdemos em tantas.
Pisado, ignorado, desgastado.
Usado.
E quase nunca visto.
Sua belesa ainda assim nos impressiona.
E com sua grandeza, por poucos é respeitado.
20:19 |
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