Morrendo largado abandonado.
Em meio a multidões assim desolado
Pisado Vivendo em um ceu cinza.
Onde está o cinza e a cor?
Aonde esta a cor
Tao vista ontem nao mais hoje
Petalas Caiam, Sopradas Vento.
Sujo que suja, minha pele.
Nossa pele sempre suja.
E liberdade, falsa liberdade
Liberdade Falsa Exigida.
Direitos a eles certos outros errados.
E fins errados.
Tarde, Nao sedo, Segundos atraz do ponteiro.
Ele esta lá, onde todos pisam
Poucos Lembram
E visam ver, Prazer desejo luxuria.
Eles desejam a você que se dis limpo.
ou Limpa.
Limpar ao cair da chuva do dia cinza.
E mesmo assim sua impureza nao cai.
E teimando nao ver, ele continua esquecido
Tao belo, perdido de sua cronologia
perfeitamente perfeita.
E é apenas em si que pensam,
PErdidos na vibração que ecoa nos arranha-ceus.
E nos perdemos em tantas.
Pisado, ignorado, desgastado.
Usado.
E quase nunca visto.
Sua belesa ainda assim nos impressiona.
E com sua grandeza, por poucos é respeitado.

Varias petalas de diversas flores
Trilhando um caminho daquele perfume
Que seduzia meus sentidos,
Como posso ficar em sã conciancia,
Se nao desejo pensar em nada mais,
Se nao apenas em teu corpo,
Mesmo que fosse mais forte,
Ainda assim perderia para teu olhar,
Então sem mais escolhas,
Rendo-me a te

Sakuya Jono Kato